domingo, 10 de outubro de 2010

Orla sem barracas e repleta de improvisos


Embalagens térmicas de isopor, protegidas com sombreiros, caixas de cervejas empilhadas, cadeiras fincadas na areia. O cenário improvisado da atual orla soteropolitana, desagrada a turistas e banhistas, acostumados com a estrutura das barracas com o conforto à beira-mar. A paulista Camila Castro, 35 anos, mora em Salvador há dois. Para ela, falta planejamento quando se trata de ordenamento da orla. “As barracas não deveriam ser retiradas nesse período, que é início do verão. Não deveriam tirar tudo de vez”, defende. Camila queixa-se, também, da cobrança pelo uso de cadeiras e mesas dispostas pelos comerciantes nas areias do Jardim de Alah: “A praia é pública. Antes, não acontecia assim. Está difícil para todo mundo, mas não sei qual é o motivo da cobrança”. Mesmo sem consumir, o banhista paga R$ 5 se quiser usar a espreguiçadeira ou sentar-se numa cadeira, debaixo do guarda-sol. (Politica Livre)

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