A presidenciável Marina Silva (PV) criticou o “inchaço” na máquina pública e defendeu o corte de gastos governamentais como forma de combater a inflação no lugar do aumento de juros. “Existe uma máquina gigante que precisa ser o tempo todo alimentada. Por que não olhar para ela e combinar eficiência e redução de gasto? É preciso fazer isso, de modo que não se subtraia recursos de onde não pode, como saúde e educação”, afirmou a pré-candidata. “A máquina é inchada sim; por que a gente não pensa na profissionalização do Estado brasileiro? O Estado precisa ser aperfeiçoado”, disse. A senadora foi questionada sobre a exportação de petróleo do pré-sal. “Não se pode negar”, disse a senadora, que o combustível “é uma “fonte de riqueza importante”. “Infelizmente a humanidade não pode abrir mão porque ainda não há um substituto, mas deve trabalhar para renunciar o mais rápido possível a essa fonte de energia”, afirmou. “A riqueza que será gerada [com a exportação do pré-sal] tem de ser usada em programa sociais, mas principalmente na pesquisa para que esse combustível seja substituido”. Marina mostrou-se favorável ao adiamento da aprovação das novas regras para a distribuição dos royalties do pré-sal.
(Informações Politica Livre)
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