A presidenciável Marina Silva (PV) disse que não tem posição fechada sobre a adoção de filhos por casais homossexuais. A senadora revelou que não irá à Parada Gay, realizada em São Paulo no próximo fim de semana. Além disso, Marina reiterou ser contra a legalização da maconha como forma de combater o tráfico de drogas no país e propôs dois plebiscitos; um para discutir a legalização da droga e outro sobre o aborto. “Precisamos fazer um debate sério, estaremos fazendo uma grande discussão que envolve saúde pública, ética, assuntos morais”, disse. Ao falar da política externa em uma eventual Presidência sua, a acriana defendeu o fim do bloqueio norte-americano contra Cuba e mostrou ceticismo em relação às negociações para o fim do programa nuclear iraniano. “A forma de ajudar Cuba é trabalhar politicamente contra o bloqueio”, afirmou, para em seguida criticar o governo de Raúl Castro. “Não tem sentido a falta de democracia lá”. Sobre o Irã, disse torcer para que o acordo assinado com a ajuda do Brasil dê certo, mas fez uma ressalva: “o Irã tem uma cultura de protelar e tem uma série de problemas com direitos humanos”. “Em certos momentos houve relativização desses princípios [de direitos humanos]“, afirmou Marina. “O Brasil passou a ter um olhar para outras regiões do mundo e que não é por interesse comercial, mas sim uma relação fraterna com outros povos, principalmente a África. Isso é bom. Mas no governo Lula isso criou uma zona cinzenta”, disse.
(Informações Politica Livre)
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