sexta-feira, 14 de maio de 2010

A cultura web na política

Os políticos estão entusiasmados com a multimídia proporcionada pela internet em suas diferentes formas – blogs, páginas digitais, twitter, sites, etc – e acham que, nas próximas eleições, essa nova forma de interrelacionamento com a população vai contar muito. E vai mesmo. Assim como aconteceu com a TV a partir dos anos 1960, mais precisamente com o marketing pós Lei Falcão, em 1986, e com o rádio, sobretudo no interior, anos 1970 em diante, a linguagem da web fará a diferença em alguns segmentos e para determinados candidatos. Há uma escala de prioridades que vai do macro, os candidatos à Presidência da República, seguindo-se candidatos a governadores e senadores, e por último deputados federais e estaduais. Por ser mais abrangente, a candidatura a Presidente tende a sofrer uma maior influência da rede. E é também mais complexa porque o Brasil tem comportamentos culturais diferenciados de região para região. O que vale para o Rio Grande do Sul nem sempre comove ou sensibiliza a baianada. E vice-versa. Mas o certo é que ninguém deve ficar fora dessa onda porque ela veio pra valer. Não tem retorno. Nos dias atuais, é muito mais fácil, ágil e com direito a resposta do eleitor um contato via rede do que no modelo antigo, do panfleto, da pichação de muro e outras formas de comunicação, embora, uma coisa não impeça a outra. São complementares. Ademais, não dá pra fazer comunicação web em sítios onde não existem computadores e a rede. E, na Bahia, são centenas, milhares de localidades, vilas, povoados, ainda carentes desses componentes tecnológicos.(INFORMAÇÕES POLITICA LIVRE)

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