Vinte e quatro dias após ter sido solto, o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda reapareceu hoje num compromisso na Justiça Federal, em Brasília. Mais magro, porém corado, Arruda falou sobre a acusação de que teria participado em 2000 da quebra ilegal do sigilo do painel de votação do Senado no processo de cassação do ex-senador Luiz Estevão. À imprensa, ele não quis falar sobre os recentes escândalos de corrupção no Distrito Federal, que o levaram à prisão.
Senador na época da quebra do sigilo do painel, Arruda disse que, na ocasião, estava preocupado com a segurança do sistema de votação porque temia uma eventual manipulação do resultado. Mas afirmou que não ordenou a quebra do sigilo. Para ele, o que é mais danoso à imagem do Senado é a manutenção das votações secretas. “Entendo que o verdadeiro dano à imagem de uma casa legislativa é esconder os votos dos representantes eleitos pela população”. (Informações Politica Livre)
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