
VENICE, Louisiana (Reuters) - Empurrada pelos ventos, uma enorme mancha de óleo se acercou da costa norte-americana neste domingo, ameaçando se tornar uma catástrofe ambiental. O governo dos Estados Unidos aumentou a pressão para que a petrolífera britânica British Petroleum (BP) interrompa o vazamento de seu poço rompido no Golfo do México.
Desde a explosão e do afundamento da plataforma Deepwater Horizon na semana passada, instaurou-se uma situação desastrosa, com centenas de milhares de galões de petróleo bruto vazando sem contenção no Golfo e se movendo em direção norte rumo aos Estados Unidos.
O litoral da Louisiana à Flórida está ameaçado pela mancha de óleo, que se estima esteja cobrindo uma área de 208 por 112 quilômetros e que ainda está aumentando. Muitas das comunidades que estão no caminho da mancha são as mesmas que foram devastadas pelo furacão Katrina em 2005.
No sábado, a extremidade avançada da mancha envolveu a pequena comunidade pesqueira de Venice, a 121 quilômetros a sudeste de Nova Orleans. Autoridades dizem que dentro de três ou quatro dias as costas do Mississippi e Alabama podem estar em risco.
O presidente norte-americano, Barack Obama, buscando desviar as críticas de que seu governo reagiu com lentidão ao que parece ser o maior vazamento de óleo da história no país, estava a caminho de Louisiana neste domingo. Informações MSN Noticias.
Desde a explosão e do afundamento da plataforma Deepwater Horizon na semana passada, instaurou-se uma situação desastrosa, com centenas de milhares de galões de petróleo bruto vazando sem contenção no Golfo e se movendo em direção norte rumo aos Estados Unidos.
O litoral da Louisiana à Flórida está ameaçado pela mancha de óleo, que se estima esteja cobrindo uma área de 208 por 112 quilômetros e que ainda está aumentando. Muitas das comunidades que estão no caminho da mancha são as mesmas que foram devastadas pelo furacão Katrina em 2005.
No sábado, a extremidade avançada da mancha envolveu a pequena comunidade pesqueira de Venice, a 121 quilômetros a sudeste de Nova Orleans. Autoridades dizem que dentro de três ou quatro dias as costas do Mississippi e Alabama podem estar em risco.
O presidente norte-americano, Barack Obama, buscando desviar as críticas de que seu governo reagiu com lentidão ao que parece ser o maior vazamento de óleo da história no país, estava a caminho de Louisiana neste domingo. Informações MSN Noticias.



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