
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, anunciou nesta sexta-feira (20) a retomada do diálogo de paz direto entre Israel e os palestinos - interrompido há 19 meses - em reunião marcada para o dia 2 de setembro. Em entrevista coletiva, Hillary disse que o Quarteto para o Oriente Médio (Estados Unidos, Rússia, União Europeia e ONU) convidou israelenses e palestinos para reuniões em Washington, capital americana. O presidente dos EUA, Barack Obama, promoverá o diálogo. - O objetivo é resolver todas as questões do estatuto final, que, acreditamos, poderá ser completado dentro de um ano. De acordo com Hillary, Obama também vai convidar o presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o rei da Jordânia, Abdullah 2º, para participar do diálogo, diante de sua "grande importância" no processo de paz.
As negociações entre os dois lados foram retomadas de forma indireta – ou seja, palestinos e israelenses não conversam diretamente, mas por meio de “recados” passados por um mediador – em maio deste ano, após 19 meses de paralisação.
Entre os temas que prejudicam o diálogo de paz estão as fronteiras do futuro Estado palestino, a situação dos refugiados palestinos e o destino de Jerusalém, cidade reivindicada por ambas as partes.
Em comunicado, o Quarteto para o Oriente Médio reafirmou o compromisso com "uma solução negociada entre as partes", que sirva para "finalizar a ocupação (israelense) que começou em 1967" e resulte "na criação de um Estado Palestino independente, democrático e viável, vivendo lado a lado em paz e segurança com Israel e seus vizinhos".
As negociações entre os dois lados foram retomadas de forma indireta – ou seja, palestinos e israelenses não conversam diretamente, mas por meio de “recados” passados por um mediador – em maio deste ano, após 19 meses de paralisação.
Entre os temas que prejudicam o diálogo de paz estão as fronteiras do futuro Estado palestino, a situação dos refugiados palestinos e o destino de Jerusalém, cidade reivindicada por ambas as partes.
Em comunicado, o Quarteto para o Oriente Médio reafirmou o compromisso com "uma solução negociada entre as partes", que sirva para "finalizar a ocupação (israelense) que começou em 1967" e resulte "na criação de um Estado Palestino independente, democrático e viável, vivendo lado a lado em paz e segurança com Israel e seus vizinhos".
Antes do anúncio oficial, fontes ligadas à discussão disseram que um rascunho do comunicado coloca como prazo para a criação de um Estado palestino o período de 12 meses. O tempo é menor do que os 24 meses inicialmente cogitados pelo Quarteto. A Autoridade Nacional Palestina pretende que todos os quesitos para um Estado palestino estejam acordados até o meio de 2011. Nesta semana, Netanyahu disse que rejeitaria qualquer tipo de condição prévia para começar a negociar com os palestinos. Já os palestinos insistem que as conversas tenham uma agenda prévia, algo interpretado por setores israelenses como estabelecimento de condições.(PORTAL R7)



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